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	<title>Escola de Cães Guia Helen Keller</title>
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	<description>Ajude-nos a dar luz aos cegos!</description>
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		<title>PROGRAMAÇÃO SEMANA CÃO-GUIA 2010</title>
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		<pubDate>Sun, 18 Apr 2010 22:31:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>joao</dc:creator>
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PROGRAMAÇÃO  SEMANA CÃO-GUIA – 27/28/29/30/de Abril e 01 de Maio/2010 

27/04/2010    - Escola Municipal Vereador Santa – Diretora Ana Cecilia,    Rua 2450, nº 420 final da rua- fone 3264-1517 – Horário:    Matutino: 9:15 às 9:30 e 10:00 às 10:15, Vespertino: 15:00    às [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<div>
<p><span style="font-family: Century Gothic; font-size: medium;"><strong><span style="text-decoration: underline;">PROGRAMAÇÃO  SEMANA CÃO-GUIA – 27/28/29/30/de Abril e 01 de Maio/2010 </span></strong></span></p>
<ol type="1">
<li><span style="font-family: Century Gothic; font-size: small;"><strong><span style="text-decoration: underline;">27/04/2010    -</span></strong> Escola Municipal Vereador Santa – Diretora Ana Cecilia,    Rua 2450, nº 420 final da rua- fone 3264-1517 – <strong><span style="text-decoration: underline;">Horário:    Matutino: 9:15 às 9:30 e 10:00 às 10:15, Vespertino: 15:00    às 15:15 e 15:45 às 16:00;</span></strong></span></li>
</ol>
<ol type="1">
<li><span style="font-family: Century Gothic; font-size: small;"><strong><span style="text-decoration: underline;">28/04/2010</span> -</strong> ADVIR &#8211; Associação de deficientes visuais de Itajai – Rua    Francisco de Paula Ceará, nº 302, São Judas, Itajai, fone  3349-2297    ou 9969-9347 – Jair;<strong> <span style="text-decoration: underline;">Horário:    às14:00h;</span></strong></span></li>
</ol>
<ol type="1">
<li><span style="font-family: Century Gothic; font-size: small;"><strong><span style="text-decoration: underline;">29/04/2010</span></strong> – Shopping Atlântico – Centro &#8211; <strong><span style="text-decoration: underline;">Horário: 10:00    às 22:00;</span></strong></span></li>
</ol>
<ol type="1">
<li><span style="font-family: Century Gothic; font-size: small;"><strong><span style="text-decoration: underline;">30/04/2010</span></strong> &#8211; Balneário Camboriu Shopping, <strong><span style="text-decoration: underline;">Horário: 11:00    às 23:00;</span></strong></span></li>
</ol>
<ol type="1">
<li><span style="font-family: Century Gothic; font-size: small;"><strong><span style="text-decoration: underline;">01/05/2010 </span></strong> – Pedágio, Centro, <strong><span style="text-decoration: underline;">Avenida Brasil esquina com Avenida Central    (calçadão). Horário: 9:00 às 17:00.</span></strong></span></li>
</ol>
<p><span style="font-family: Century Gothic; font-size: small;">Aguardamos a colaboração de todos.</span></p>
<p>Atenciosamente</p>
<p>Escola de Cães Guia Helen Keller</p>
<p><a href="../" target="_blank">www.caoguia.org.br</a><br />
Rua Dom Pedro, 401<br />
Bairro Jardim Iate Clube<br />
Balneário Camboriú – SC<br />
CEP: 88337-210</p>
</div>
</div>
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		<title>Cão Guia em Ação</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 23:21:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>joao</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Este post trás uma matéria que foi exibida no programa A Noite é uma Criança da Rede Bandeirantes, hoje essa trabalho de educação de cães guia é realizado pela nossa escola aqui em Bal. Camboriú, Santa Catarina.
Segue abaixo os dois vídeo da matéria exibida no programa.

Esse segundo vídeos mostra a inclusão de um jovem deficiente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Este post trás uma matéria que foi exibida no programa A Noite é uma Criança da Rede Bandeirantes, hoje essa trabalho de educação de cães guia é realizado pela nossa escola aqui em Bal. Camboriú, Santa Catarina.</p>
<p>Segue abaixo os dois vídeo da matéria exibida no programa.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="350" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/y20LXfCh7cU" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="350" src="http://www.youtube.com/v/y20LXfCh7cU"></embed></object></p>
<p>Esse segundo vídeos mostra a inclusão de um jovem deficiente visual de 17anos, ele queria frequentar os cultos da sua religião mulçulmana, porém tinha o acesso a mequita pois até então os religiosos entendiam que o cão era um animal impuro. Em uma decisão inédita o jovem voltou a participar dos cultos religiosos agora com a compania do seu cão guia.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="350" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/YTNa5PKKtHY" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="350" src="http://www.youtube.com/v/YTNa5PKKtHY"></embed></object></p>
<p>Para mais informações entre em contato com a nossa escola, teremos o prazer de lhe atender.</p>
<p>Atenciosamente</p>
<p>Escola de Cães Guia Helen Keller</p>
<p><a href="../" target="_blank">www.caoguia.org.br</a><br />
Rua Dom Pedro, 401<br />
Bairro Jardim Iate Clube<br />
Balneário Camboriú – SC<br />
CEP: 88337-210</p>
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		<title>Modelos com deficiência visual fazem desfile</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Oct 2009 16:49:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>joao</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Encontro promove oficinas de estilo e um desfile de modas com audiodescrição, para deficientes visuais
Ao provar uma roupa em uma loja, é comum ouvir do vendedor que a peça está perfeita, quando basta uma olhada rápida no espelho para saber que o caimento ficou péssimo. Mas o que fazer quando não se enxerga? Este é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Encontro promove oficinas de estilo e um desfile de modas com audiodescrição, para deficientes visuais</p>
<p>Ao provar uma roupa em uma loja, é comum ouvir do vendedor que a peça está perfeita, quando basta uma olhada rápida no espelho para saber que o caimento ficou péssimo. Mas o que fazer quando não se enxerga? Este é um dilema vivenciado por muitos deficientes visuais ao comprar roupas. O mercado da moda para essas pessoas é o tema do 1º Encontro Estilo, Elegância e Equilíbrio que acontece quinta (1º), na Unidade Vila Mariana da Faculdade FMU, em São Paulo, e conta com palestras, cursos rápidos de como maquiar-se ou montar boas combinações de roupas sem precisar da visão e até um desfile de moda com audiodescrição.</p>
<p>“A aparência é uma parte importante da vida em sociedade, e vestir-se bem é um prazer, mesmo para deficientes visuais”, afirma a advogada Thays Martinez, presidente do Instituto Íris, voltado para a responsabilidade e a inclusão social. Thays, que perdeu a visão aos quatro anos de idade, conta que não é raro enfrentar dificuldades ao comprar roupas. “Se vou com mais alguém à loja, geralmente o vendedor se volta para a pessoa e pergunta o que eu preciso, como se eu não fosse capaz de escolher.”</p>
<div class="wp-caption alignright" style="width: 215px"><a href="http://revistaepocasp.globo.com/Revista/Epoca/SP/foto/0,,23679141,00.jpg"><img title="A criadora da Fundação Dorina Nowill" src="http://revistaepocasp.globo.com/Revista/Epoca/SP/foto/0,,23679141,00.jpg" alt="A criadora da Fundação Dorina Nowill" width="205" height="242" /></a><p class="wp-caption-text">A criadora da Fundação Dorina Nowill</p></div>
<p>Por isso, a advogada costuma optar apenas pela companhia de seu cão-guia Diesel quando vai às compras. Vaidosa e elegante, Thays raramente tem em mente uma peça específica para comprar, e costuma dizer, para o desespero dos vendedores, que quer &#8220;ver&#8221; o que eles têm. Para isso, ela conta com o tato, que a auxilia a descobrir os tecidos e o corte das roupas, mas precisa da descrição dos vendedores para saber as cores das peças e montar boas combinações. “O problema é que, muitas vezes, os vendedores nunca descreveram uma roupa para um deficiente visual, e usam termos como &#8216;verde pistache&#8217;, que não fazem o menor sentido para mim”, diz Thays.<br />
Etiqueta em braille<br />
Descrever roupas de modo que o ouvinte possa imaginá-las mentalmente exige treino e sensibilidade. Lívia Mota, especialista em audiodescrição, entende do assunto. Acostumada a descrever peças de teatro, óperas e exposições, Lívia sentiu certa insegurança ao ser convidada para narrar o desfile de modas que acontece na quinta-feira, às 16h, e exibe roupas da marca C&amp;A. “Sempre gostei de moda, mas não conhecia alguns jargões”, conta. Para transmiti-los aos deficientes com precisão, a especialista descreve não só as roupas, mas as características físicas dos modelos, o cenário e o caimento das vestimentas. “Muitas vezes, vejo um desfile e penso que preciso comprar roupas com aquelas novas tendências. Quero que as deficientes visuais possam ter essa sensação também”, diz Lívia.</p>
<p>Três das modelos que farão parte do desfile são deficientes visuais, caso de Ana Cláudia Domigues, que sonhava com as passarelas quando era jovem. O tempo passou e Ana nunca imaginou que teria essa profissão após perder a visão em decorrência de uma retinose pigmentar, doença degenerativa que ataca a visão. “Após deixar de enxergar, me senti muito mal por não poder mais me maquiar e me vestir como antes”, conta. Para ajudá-la, seu marido, Carlos Eduardo, fez um curso de maquiagem. A filha do casal, Ana Beatriz, de seis anos, ajuda também a mãe, com conselhos sobre a escolha das roupas. Para ter autonomia ao se vestir, Ana organiza o seu guarda-roupas em uma escala cromática, partindo das peças mais claras e básicas, até as escuras. Algumas roupas estampadas ou de difícil combinação levam uma etiqueta em braille, com sua descrição.</p>
<p>FONTE : <a href="http://revistaepocasp.globo.com/Revista/Epoca/SP/0,,EMI96246-17276,00-MODELOS+COM+DEFICIENCIA+VISUAL+FAZEM+DESFILE.html">http://revistaepocasp.globo.com/Revista/Epoca/SP/0,,EMI96246-17276,00-MODELOS+COM+DEFICIENCIA+VISUAL+FAZEM+DESFILE.html</a></p>
<p>Atenciosamente</p>
<p>Escola de Cães Guia Helen Keller<br />
<a href="http://www.caoguia.org.br/" target="_blank">www.caoguia.org.br</a><br />
Rua Dom Pedro, 401<br />
Bairro Jardim Iate Clube<br />
Balneário Camboriú – SC<br />
CEP: 88337-210</p>
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		<title>O Importante Papel do Voluntário Socializador</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Oct 2009 18:24:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>joao</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Alguns Aspectos Importantes à Serem Considerados
A ECG Helen Keller proverá alimentação, cuidados veterinaries e todos os equipamentos necessários para garantir a criação do filhote. Nós não cobriremos nenhuma despesa no que diz respeito a necessidade de cercar o terreno ou qualquer dano causado pelo filhote.




Reunião de Socializadores da Escola



A razão para a realização do programa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Alguns Aspectos Importantes à Serem Considerados</p>
<p style="text-align: justify;">A ECG Helen Keller proverá alimentação, cuidados veterinaries e todos os equipamentos necessários para garantir a criação do filhote. Nós não cobriremos nenhuma despesa no que diz respeito a necessidade de cercar o terreno ou qualquer dano causado pelo filhote.</p>
<p style="text-align: justify;">
<div class="mceTemp" style="text-align: justify;">
<dl id="attachment_91" class="wp-caption alignright" style="width: 310px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://www.caoguia.org.br/wp-content/uploads/2009/10/24062009003.jpg"><img class="size-medium wp-image-91 " title="Reunião de Socializadores da Escola" src="http://www.caoguia.org.br/wp-content/uploads/2009/10/24062009003-300x225.jpg" alt="Reunião de Socializadores da Escola" width="300" height="225" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Reunião de Socializadores da Escola</dd>
</dl>
</div>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">A razão para a realização do programa de voluntário socializador é a de produzir cães fisíca e mentalmente saudáveis, para serem analisados, e aqueles adequados, treinados como cães guias para serem utilizados por  pessoas com deficiência visual.</p>
<p style="text-align: justify;">Todos os membros da família e pessoas de convívio regular da casa devem estar atentas as necessidades e comprometimentos envolvidos na socialização do filhote.</p>
<p style="text-align: justify;">Cães Guias em processo de socialização deverão ser tratados como membros da família e isto inclui dormir dentro da casa.</p>
<p style="text-align: justify;">Qualquer necessidade de cercar o terreno deve ser concluída antes da chegada do filhote.</p>
<p style="text-align: justify;">Os filhotes estarão com aproximadamente 07 semanas de idade quando entregues aos socializadores. Nesta idade eles não tiveram nenhum tipo de treinamento; é de responsabilidade do socializador (com a supervisão do treinador) garantir que o comportamento adequado seje aprendido.</p>
<p style="text-align: justify;">O treinamento de banheiro, utilizando o comando “banheiro, banheiro” deve ser iniciado imediatamente e hábitos de boa higiene formados até a 16* semana de idade.</p>
<p style="text-align: justify;">Você deve estar atento aos comportamentos que aparecerão nos filhotes, tais como : morder, cavar, abocanhar.</p>
<p style="text-align: justify;">O comprometimento envolvido é imenso – 24 horas por dia, 7 dias da semana. Se espera do voluntário que caminhe e socialize o filhote diariamente em diferentes ambientes. Uma socialização extra em certas áreas pode ser necessária e isto representa de certa forma uma quebra na sua rotina diária para adequar-se as necessidades do filhote.</p>
<p style="text-align: justify;">Se houver crianças na casa, é importante assegurar que elas entendam que o cão em socialização é diferente dos demais e por este motive existem certas regras. As crianças também devem ser preparadas para caso o cão abocanhe-as. Isto não significa morder, mas sim uma forma de brincadeira demonstrada pelo filhote.</p>
<p style="text-align: justify;">A cada semana você sera visitado pelo supervisor da socialização que lhe dará recomendações complementares em relação ao progresso do filhote. Nesta ocasião lhe serão fornecidos alimentação e qualquer medicação necessária.</p>
<p style="text-align: justify;">E finalmente – voluntaries experientes dizem que esta relação com o filhote é como ter uma criança pequena em casa – você está preparado para isto?</p>
<p style="text-align: justify;">Se você tiver mais alguma dúvida, não hesite em nos contactar.</p>
<p style="text-align: justify;">Atenciosamente</p>
<p style="text-align: justify;">Escola de Cães Guia Helen Keller</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="../" target="_blank">www.caoguia.org.br</a><br />
Rua Dom Pedro, 401<br />
Bairro Jardim Iate Clube<br />
Balneário Camboriú – SC<br />
CEP: 88337-210</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>COMO FAÇO PARA ME TORNAR UM TREINADOR DE CÃES-GUIAS? VOCÊS DÃO ESSE TREINAMENTO?</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Oct 2009 18:07:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>joao</dc:creator>
				<category><![CDATA[Como ser um treinador]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Sobre o Cão Guia]]></category>
		<category><![CDATA[Cão Guia]]></category>
		<category><![CDATA[Escola de Cão Guia]]></category>
		<category><![CDATA[Helen Keller]]></category>
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		<description><![CDATA[Nosso treinador e responsável técnico fez esse curso, mas para tal passou, entre idas e vindas, dois anos morando na Austrália, trabalhando e recebendo treinamento em tempo integral para conseguir o diploma de Treinador de Cães-Guias. Mesmo assim contínua em processo de análise pela instituição Australiana, que envia responsáveis regularmente para avaliar a qualidade do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nosso treinador e responsável técnico fez esse curso, mas para tal passou, entre idas e vindas, dois anos morando na Austrália, trabalhando e recebendo treinamento em tempo integral para conseguir o diploma de Treinador de Cães-Guias. Mesmo assim contínua em processo de análise pela instituição Australiana, que envia responsáveis regularmente para avaliar a qualidade do trabalho prestado aqui no Brasil.</p>
<div class="wp-caption alignright" style="width: 256px"><a href="http://caoguia.zip.net/images/sextaJoseCarloseDaniel.jpg" target="_blank"><img title="Cão guia em treinamento" src="http://caoguia.zip.net/images/sextaJoseCarloseDaniel.jpg" alt="Cão guia em treinamento" width="246" height="185" /></a><p class="wp-caption-text">Cão guia em treinamento</p></div>
<p>Nossa escola, por ainda estar se estruturando e em início de atividades, ainda não tem condições de assumir algum aprendiz, devendo dedicar-se às muitas prioridades ainda por resolver. Porém o convênio firmado com o Instituto Catarinense de Tecnologia para a construção do centro de treinamento, prevê a criação de curso direcionado a formação de profissionais nesta área.</p>
<p>É importante também notar que existem duas qualificações: a de Treinador de Cães-Guias (que treina o cão e o prepara até o momento de ser alocado ao cego) e a de Instrutor de Cães-Guias e Cegos (que treina o cego a usar o cão-guia). O curso de treinador é requisito fundamental para se obter o diploma de instrutor.</p>
<p>O curso da Austrália, por exemplo, tem o aval da Federação Internacional de Escolas de Cães-Guias, e por isso tem que cumprir vários requisitos. Todos os requisitos visam a assegurar alta qualidade ao treinamento dos profissionais, mas também significa que, para uma escola que está apenas começando, é pouco prático iniciar esse lado do trabalho antes de atender às necessidades das pessoas que precisam de cães-guias.</p>
<p>Atenciosamente</p>
<p>Escola de Cães Guia Helen Keller</p>
<p><a href="../" target="_blank">www.caoguia.org.br</a><br />
Rua Dom Pedro, 401<br />
Bairro Jardim Iate Clube<br />
Balneário Camboriú – SC<br />
CEP: 88337-210</p>
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;"><span style="font-family: 'Calibri';"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>DECRETO Nº. 5.904, DE 21 DE SETEMBRO DE 2006</title>
		<link>http://www.caoguia.org.br/?p=70</link>
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		<pubDate>Wed, 07 Oct 2009 23:29:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>joao</dc:creator>
				<category><![CDATA[Leis do Cão Guia]]></category>

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		<description><![CDATA[Poder Executivo &#8211; Decreto nº. 5.904/2006
22/09/2006
DECRETO Nº. 5.904, DE 21 DE SETEMBRO DE 2006.
DOU 22.09.2006
Regulamenta a Lei nº. 11.126, de 27 de junho de 2005, que dispõe sobre o direito da pessoa com deficiência visual de ingressar e permanecer em ambientes de uso coletivo acompanhada de cão-guia e dá outras providências.
O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Poder Executivo &#8211; Decreto nº. 5.904/2006</p>
<p>22/09/2006<br />
DECRETO Nº. 5.904, DE 21 DE SETEMBRO DE 2006.</p>
<p>DOU 22.09.2006</p>
<p>Regulamenta a Lei nº. 11.126, de 27 de junho de 2005, que dispõe sobre o direito da pessoa com deficiência visual de ingressar e permanecer em ambientes de uso coletivo acompanhada de cão-guia e dá outras providências.</p>
<p>O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso IV, da Constituição, e tendo em vista o disposto no art. 4º. da Lei nº. 11.126, de 27 de junho de 2005,<br />
DECRETA:</p>
<p>Art. 1º. A pessoa com deficiência visual usuária de cão-guia tem o direito de ingressar e permanecer com o animal em todos os locais públicos ou privados de uso coletivo.<br />
§ 1º. O ingresso e a permanência de cão em fase de socialização ou treinamento nos locais previstos no caput somente poderá ocorrer quando em companhia de seu treinador, instrutor ou acompanhantes habilitados.<br />
§ 2º. É vedada a exigência do uso de focinheira nos animais de que trata este Decreto, como condição para o ingresso e permanência nos locais descritos no caput.<br />
§ 3º. Fica proibido o ingresso de cão-guia em estabelecimentos de saúde nos setores de isolamento, quimioterapia, transplante, assistência a queimados, centro cirúrgico, central de material e esterilização, unidade de tratamento intensivo e semi-intensivo, em áreas de preparo de medicamentos, farmácia hospitalar, em áreas de manipulação, processamento, preparação e armazenamento de alimentos e em casos especiais ou determinados pela Comissão de Controle de Infecção Hospitalar dos serviços de saúde.<br />
§ 4º. O ingresso de cão-guia é proibido, ainda, nos locais em que seja obrigatória a esterilização individual.<br />
§ 5º. No transporte público, a pessoa com deficiência visual acompanhada de cão-guia ocupará, preferencialmente, o assento mais amplo, com maior espaço livre à sua volta ou próximo de uma passagem, de acordo com o meio de transporte.<br />
§ 6º. A pessoa com deficiência visual e a família hospedeira ou de acolhimento poderão manter em sua residência os animais de que trata este Decreto, não se aplicando a estes quaisquer restrições previstas em convenção, regimento interno ou regulamento condominiais.<br />
§ 7º. É vedada a cobrança de valores, tarifas ou acréscimos vinculados, direta ou indiretamente, ao ingresso ou à presença de cão-guia nos locais previstos no caput, sujeitando-se o infrator às sanções de que trata o art. 6º.</p>
<p>Art. 2º. Para os efeitos deste Decreto, considera-se:<br />
I &#8211; deficiência visual: cegueira, na qual a acuidade visual é igual ou menor que 0,05º. no melhor olho, com a melhor correção óptica; a baixa visão, que significa acuidade visual entre 0,3 e 0,05 no melhor olho, com a melhor correção óptica; os casos nos quais a somatória da medida do campo visual em ambos os olhos for igual ou menor que 60 graus; ou a ocorrência simultânea de quaisquer das condições anteriores;<br />
II &#8211; local público: aquele que seja aberto ao público, destinado ao público ou utilizado pelo público, cujo acesso seja gratuito ou realizado mediante taxa de ingresso;<br />
III &#8211; local privado de uso coletivo: aquele destinado às atividades de natureza comercial, cultural, esportiva, financeira, recreativa, social, religiosa, de lazer, educacional, laboral, de saúde ou de serviços, entre outras;<br />
IV &#8211; treinador: profissional habilitado para treinar o cão;<br />
V &#8211; instrutor: profissional habilitado para treinar a dupla cão e usuário;<br />
VI &#8211; família hospedeira ou família de acolhimento: aquela que abriga o cão na fase de socialização, compreendida entre o desmame e o início do treinamento específico do animal para sua atividade como guia;<br />
VII &#8211; acompanhante habilitado do cão-guia: membro da família hospedeira ou família de acolhimento;<br />
VIII &#8211; cão-guia: animal castrado, isento de agressividade, de qualquer sexo, de porte adequado, treinado com o fim exclusivo de guiar pessoas com deficiência visual.<br />
§ 1º. Fica vedada a utilização dos animais de que trata este Decreto para fins de defesa pessoal, ataque, intimidação ou quaisquer ações de natureza agressiva, bem como para a obtenção de vantagens de qualquer natureza.<br />
§ 2º. A prática descrita no § 1º. é considerada como desvio de função, sujeitando o responsável à perda da posse do animal e a respectiva devolução a um centro de treinamento, preferencialmente àquele em que o cão foi treinado.</p>
<p>Art. 3º. A identificação do cão-guia e a comprovação de treinamento do usuário dar-se-ão por meio da apresentação dos seguintes itens:<br />
I &#8211; carteira de identificação e plaqueta de identificação, expedidas pelo centro de treinamento de cães-guia ou pelo instrutor autônomo, que devem conter as seguintes informações:<br />
a) no caso da carteira de identificação:<br />
1. nome do usuário e do cão-guia;<br />
2. nome do centro de treinamento ou do instrutor autônomo;<br />
3. número da inscrição no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica &#8211; CNPJ do centro ou da empresa responsável pelo treinamento ou o número da inscrição no Cadastro de Pessoas Físicas &#8211; CPF do instrutor autônomo; e<br />
4. foto do usuário e do cão-guia; e b) no caso da plaqueta de identificação:<br />
1. nome do usuário e do cão-guia;<br />
2. nome do centro de treinamento ou do instrutor autônomo; e<br />
3. número do CNPJ do centro de treinamento ou do CPF do instrutor autônomo;<br />
II &#8211; carteira de vacinação atualizada, com comprovação da vacinação múltipla e anti-rábica, assinada por médico veterinário com registro no órgão regulador da profissão; e<br />
III &#8211; equipamento do animal, composto por coleira, guia e arreio com alça.<br />
§ 1º. A plaqueta de identificação deve ser utilizada no pescoço do cão-guia.<br />
§ 2º. Os centros de treinamento e instrutores autônomos reavaliarão, sempre que julgarem necessário, o trabalho das duplas em atividade, devendo retirar o arreio da posse do usuário caso constatem a necessidade de desfazer a dupla, seja por inaptidão do usuário, do cão-guia, de ambos ou por mau uso do animal.<br />
§ 3º. O cão em fase de socialização e treinamento deverá ser identificado por uma plaqueta, presa à coleira, com a inscrição “cão-guia em treinamento”, aplicando-se as mesmas exigências de identificação do cão-guia, dispensado o uso de arreio com alça.</p>
<p>Art. 4º. O Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial &#8211; INMETRO será responsável por avaliar a qualificação dos centros de treinamento e dos instrutores autônomos, conforme competência conferida pela Lei nº. 9.933, de 20 de dezembro de 1999.<br />
Parágrafo único. A avaliação de que trata este artigo será realizada mediante a verificação do cumprimento de requisitos a serem estabelecidos pela Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República e pelo INMETRO em portaria conjunta.</p>
<p>Art. 5º. A Coordenadoria Nacional para Integração da Pessoa Portadora de Deficiência &#8211; CORDE, da Secretaria Especial dos Direitos Humanos, organizará exame para avaliar a capacitação técnica dos treinadores e instrutores de cão-guia por meio da instalação de comissão de especialistas, formada por:<br />
I &#8211; representantes de entidades de e para pessoas com deficiência visual;<br />
II &#8211; usuários de cão-guia;<br />
III &#8211; médicos veterinários com registro no órgão regulador da profissão;<br />
IV &#8211; treinadores;<br />
V &#8211; instrutores; e<br />
VI &#8211; especialistas em orientação e mobilidade.<br />
§ 1º. O exame terá periodicidade semestral, podendo ser também realizado a qualquer tempo, mediante solicitação dos interessados e havendo disponibilidade por parte da CORDE.<br />
§ 2º. A CORDE poderá delegar a organização do exame.</p>
<p>Art. 6º. O descumprimento do disposto no art. 1º. sujeitará o infrator às seguintes sanções, sem prejuízo das sanções penais, cíveis e administrativas cabíveis:<br />
I &#8211; no caso de impedir ou dificultar o ingresso e a permanência do usuário com o cão-guia nos locais definidos no caput do art. 1º. ou de condicionar tal acesso à separação da dupla:<br />
Sanção &#8211; multa no valor mínimo de R$ 1.000,00 (mil reais) e máximo de R$ 30.000,00 (trinta mil reais);<br />
II &#8211; no caso de impedir ou dificultar o ingresso e a permanência do treinador, instrutor ou acompanhantes habilitados do cão em fase de socialização ou de treinamento nos locais definidos no caput do art. 1º. ou de se condicionar tal acesso à separação do cão:<br />
Sanção &#8211; multa no valor mínimo de R$ 1.000,00 (mil reais) e máximo de R$ 30.000,00 (trinta mil reais); e<br />
III &#8211; no caso de reincidência:<br />
Sanção &#8211; interdição, pelo período de trinta dias, e multa no valor mínimo de R$ 1.000,00 (mil reais) e máximo de R$ 50.000,00 (cinqüenta mil reais).<br />
Parágrafo único. A Secretaria Especial dos Direitos Humanos será responsável pelo julgamento do processo, recolhimento da multa e decisão da interdição.</p>
<p>Art. 7º. O usuário de cão-guia treinado por instituição estrangeira deverá portar a carteira de identificação do cão-guia emitida pelo centro de treinamento ou instrutor estrangeiro autônomo ou uma cópia autenticada do diploma de conclusão do treinamento no idioma em que foi expedido, acompanhada de uma tradução simples do documento para o português, além dos documentos referentes à saúde do cão-guia, que devem ser emitidos por médico veterinário com licença para atuar no território brasileiro, credenciado no órgão regulador de sua profissão.</p>
<p>Art. 8º. A Secretaria Especial dos Direitos Humanos realizará campanhas publicitárias, inclusive em parceria com Estados, Distrito Federal e Municípios, para informação da população a respeito do disposto neste Decreto, sem prejuízo de iniciativas semelhantes tomadas por outros órgãos do Poder Público ou pela sociedade civil.</p>
<p>Art. 9º. Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação.</p>
<p>Brasília, 21de setembro de 2006; 185º. da Independência e 118º. da República.<br />
LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA.</p>
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		<title>Lei do Cão Guia</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Sep 2009 00:39:41 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Leis do Cão Guia]]></category>

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		<description><![CDATA[Lei nº 11.126Presidência da República
Casa Civil
Subchefia para Assuntos Jurídicos
LEI Nº 11.126, DE 27 DE JUNHO DE 2005.
Mensagem de vetoDispõe sobre o direito do portador de deficiência visual
de ingressar e permanecer em ambientes de uso coletivo acompanhado de
cão-guia.
O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e
eu sanciono a seguinte Lei:
Art. 1o É assegurado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Lei nº 11.126Presidência da República<br />
Casa Civil<br />
Subchefia para Assuntos Jurídicos</p>
<p>LEI Nº 11.126, DE 27 DE JUNHO DE 2005.<br />
Mensagem de vetoDispõe sobre o direito do portador de deficiência visual<br />
de ingressar e permanecer em ambientes de uso coletivo acompanhado de<br />
cão-guia.</p>
<p>O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e<br />
eu sanciono a seguinte Lei:<br />
Art. 1o É assegurado à pessoa portadora de deficiência visual usuária de<br />
cão-guia o direito de ingressar e permanecer com o animal nos veículos e nos<br />
estabelecimentos públicos e privados de uso coletivo, desde que observadas as<br />
condições impostas por esta Lei.<br />
§ 1o A deficiência visual referida no caput deste artigo restringe-se à<br />
cegueira e à baixa visão.<br />
§ 2o O disposto no caput deste artigo aplica-se a todas as modalidades<br />
de transporte interestadual e internacional com origem no território brasileiro.<br />
Art. 2o (VETADO)<br />
Art. 3o Constitui ato de discriminação, a ser apenado com interdição e<br />
multa, qualquer tentativa voltada a impedir ou dificultar o gozo do direito<br />
previsto no art. 1o desta Lei.<br />
Art. 4o Serão objeto de regulamento os requisitos mínimos para<br />
identificação do cão-guia, a forma de comprovação de treinamento do usuário, o<br />
valor da multa e o tempo de interdição impostos à empresa de transporte ou ao<br />
estabelecimento público ou privado responsável pela discriminação. (Regulamento)<br />
Art. 5o (VETADO)<br />
Art. 6o Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.<br />
Brasília, 27 de junho de 2005; 184o da Independência e 117o da<br />
República.<br />
LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA<br />
Márcio Thomaz Bastos<br />
Este texto não substitui o publicado no D.O.U. de 28.6.2005.</p>
<p>Atenciosamente</p>
<p>Escola de Cães Guia Helen Keller</p>
<p><a href="../" target="_blank">www.caoguia.org.br</a><br />
Rua Dom Pedro, 401<br />
Bairro Jardim Iate Clube<br />
Balneário Camboriú – SC<br />
CEP: 88337-210</p>
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		<title>O PAPEL DA FAMÍLIA VOLUNTÁRIA</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Sep 2009 00:38:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sobre o Cão Guia]]></category>
		<category><![CDATA[Socializadores]]></category>
		<category><![CDATA[Cão Guia]]></category>
		<category><![CDATA[Escola de Cão Guia]]></category>
		<category><![CDATA[Helen Keller]]></category>
		<category><![CDATA[socializador de cão guia]]></category>
		<category><![CDATA[treinador de cão guia]]></category>

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		<description><![CDATA[Socialização – (1ª Fase do treinamento)
Os verdadeiros heróis das escolas de CG, são as famílias voluntárias (voluntários socializadores), que criam com amor e socializam os filhotes, fazendo-os participar de atividades sociais, devendo ir a todos os lugares juntos, restaurantes,shoppings, escolas , escritórios, cinemas, etc.
A idéia é expor o filhote a situações que no futuro poderão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Socialização – (1ª Fase do treinamento)</p>
<p>Os verdadeiros heróis das escolas de CG, são as famílias voluntárias (voluntários socializadores), que criam com amor e socializam os filhotes, fazendo-os participar de atividades sociais, devendo ir a todos os lugares juntos, restaurantes,shoppings, escolas , escritórios, cinemas, etc.</p>
<div id="attachment_117" class="wp-caption alignright" style="width: 256px"><a href="http://www.caoguia.org.br/wp-content/uploads/2009/09/cachorradreunida.jpg" target="_blank"><img class="size-medium wp-image-117" title="Blanche, Bali e Briza segunda linhada de labradores" src="http://www.caoguia.org.br/wp-content/uploads/2009/09/cachorradreunida-300x225.jpg" alt="Blanche, Bali e Briza segunda linhada de labradores" width="246" height="184" /></a><p class="wp-caption-text">Blanche, Bali e Briza segunda linhada de labradores</p></div>
<p>A idéia é expor o filhote a situações que no futuro poderão distraí-lo quando estiver acompanhando o cego.</p>
<p>Existem regras a serem respeitadas:</p>
<p>1 – Não pode ser criado como um simples cão de estimação.</p>
<p>2 – Nunca deverá aceitar comida das mãos das pessoas que não o responsável ou dono.</p>
<p>3 – Não permitir que suba em sofás .</p>
<p>4 – Nem deve ser criado como um simples cão de quintal, pois eles são cães em formação para trabalho valoroso. Devemos saber que alguns raças querem ficar dentro da casa, exemplo os labradores.Outros, numa casinha no quintal, exemplo os pastores alemães.</p>
<p>5 – O cão deve aprender a alimentar-se uma vez ao dia, pela manhã, bem como evacuar uma só vez ao dia, logo após ter se alimentado, quando levado a lugares apropriados, fora de casa.</p>
<p>6 – O cão demonstra também ao homem, quando quer fazer numero um ou numero dois.</p>
<p>È claro que as famílias voluntárias irão amar e cuidar como se fosse realmente deles. Mas você deve sempre lembrá-los que chegará o dia em que ele irá embora.È bastante difícil quando o filhote tem que ser devolvido ao programa, para dar seguimento ao treinamento , mas sabemos que ele tem um trabalho importante, para dar à pessoa cega maior mobilidade e liberdade.</p>
<p>…e terá sempre a alegria renovada com a chegada de um novo filhote ao seu lar !… A escola de CG sempre deverá dar um novo cãozinho quando o mais velho tiver que deixar a família socializadora.</p>
<p>O processo de socialização é feito através do amor e dedicação de famílias voluntárias , que criam os filhotes a partir de 8 semanas de idade, até completarem um ano de idade.</p>
<p>Durante esse período, o filhote aprende as convivências familiares, sociais e obediência básica, acompanhando a todos os lugares públicos , aprendendo a conviver em família e em sociedade. Esta fase é muito importante, pois formará um cão de bom caráter e um adulto equilibrado, capaz de proteger e orientar o deficiente visual.</p>
<p>Os filhotes recebem uma identificação, uma capinha leve em cima de seu dorso, onde se lê Cão Aprendiz e isso lhes dá o salvo conduto para entrar em lugares públicos, inclusive praias.</p>
<p>Depois de treinado, a família poderá ver o cão com seu novo dono, o cego. Será uma experiência emocionante!</p>
<p>Haverá uma cerimônia de graduação em que o voluntário, simbolicamente entrega o cão ao cego. Você não estará perdendo um amigo, estará ganhando um outro amigo, que terá sempre gravado em seu coração o reconhecimento de seu trabalho e se beneficiará do amor que você doou para formar uma cão de caráter.</p>
<p>Nosso staff fará visitas periódicas para acompanhar o progresso dos filhotes e ajudar em tudo que for necessário. Teremos encontros para treinamento básico e em grupo.</p>
<p>Nota: Após o cão retornar ao centro de treinamento, dar-se-á inicio a fase específica de treinamento de guia que dura de 4 a 5meses. Só depois de estudado as personalidades e aspectos físicos dos cães e cegos, é que se fará o matching, ou seja, a adaptação de um cego com o seu cão.</p>
<p>Os custos de manutenção do filhote são todos cobertos pela escola, desde a alimentação as consultas veterinárias.</p>
<p>Caso esteja interessado preencha o formulário abaixo e siga as instruções de envio.</p>
<p>Em caso de dúvidas teremos o maior prazer em esclarecê-lo, envie um e-mail para fabiano@caoguia.org.br , aos cuidados de Fabiano Pereira.</p>
<p>Precisamos de Pessoas que Tenham Espaço em Seus Lares e em Seus Corações.</p>
<p><a href="http://www.caoguia.org.br/wp-content/uploads/2009/10/Formulario_de_Entrevista_para_o_Volun_.doc" target="_blank">Formulário de Entrevista para o Voluntário Socializador</a></p>
<p>Atenciosamente</p>
<p>Escola de Cães Guia Helen Keller</p>
<p><a href="../" target="_blank">www.caoguia.org.br</a><br />
Rua Dom Pedro, 401<br />
Bairro Jardim Iate Clube<br />
Balneário Camboriú – SC<br />
CEP: 88337-210</p>
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		<title>Diretoria e Conselho Fiscal</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Sep 2009 00:37:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diretoria e Conselho Fiscal]]></category>

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		<description><![CDATA[DIRETORIA 2009/2010
Presidente –João Nirto Diel.
Primeiro Vice – Afonso Burger Filho.
Segundo Vice – Eraldo Luiz de Carvalho Jr.
Secretário – Paulo Bernardi.
Segundo Secretário – Wilson Vieira dos Santos.
Primeiro Tesoureiro – Jorge Bairros Rosa.
Segundo Tesoureiro – Simão Aires Parada.
CONSELHO FISCAL 2009/2010
TITULARES
- Osmar de Souza Nunes Filho
– Egon Neuwirth
– Mario Acelino Furtado.
SUPLENTES
- Vilmar Renato Machiavelli
– Lourenço Evaristo Susin
Atenciosamente
Escola de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>DIRETORIA 2009/2010</p>
<p>Presidente –João Nirto Diel.<br />
Primeiro Vice – Afonso Burger Filho.<br />
Segundo Vice – Eraldo Luiz de Carvalho Jr.<br />
Secretário – Paulo Bernardi.<br />
Segundo Secretário – Wilson Vieira dos Santos.<br />
Primeiro Tesoureiro – Jorge Bairros Rosa.<br />
Segundo Tesoureiro – Simão Aires Parada.</p>
<p>CONSELHO FISCAL 2009/2010</p>
<p>TITULARES<br />
- Osmar de Souza Nunes Filho<br />
– Egon Neuwirth<br />
– Mario Acelino Furtado.</p>
<p>SUPLENTES<br />
- Vilmar Renato Machiavelli<br />
– Lourenço Evaristo Susin</p>
<p>Atenciosamente</p>
<p>Escola de Cães Guia Helen Keller</p>
<p><a href="http://www.caoguia.org.br/" target="_blank">www.caoguia.org.br</a><br />
Rua Dom Pedro, 401<br />
Bairro Jardim Iate Clube<br />
Balneário Camboriú – SC<br />
CEP: 88337-210</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Tudo Sobre Cães Guias de Cegos (CG) &#8211; O Homem e o Cão</title>
		<link>http://www.caoguia.org.br/?p=24</link>
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		<pubDate>Wed, 16 Sep 2009 00:36:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[O Homem Cão]]></category>
		<category><![CDATA[Cão Guia]]></category>
		<category><![CDATA[Escola de Cão Guia]]></category>
		<category><![CDATA[Helen Keller]]></category>
		<category><![CDATA[socializador de cão guia]]></category>
		<category><![CDATA[treinador de cão guia]]></category>

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		<description><![CDATA[O homem e o cão possivelmente tornaram-se amigos na Idade da Pedra. Provavelmente o cão aproximou-se do homem para aproveitar-se de sua capacidade em desperdiçar alimentos. Certamente, foi o homem também, que viu no cão, um bom amigo para ajudar nas caçadas, principalmente porque, os cães vivem em matilhas e são capazes de matar animais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O homem e o cão possivelmente tornaram-se amigos na Idade da Pedra. Provavelmente o cão aproximou-se do homem para aproveitar-se de sua capacidade em desperdiçar alimentos. Certamente, foi o homem também, que viu no cão, um bom amigo para ajudar nas caçadas, principalmente porque, os cães vivem em matilhas e são capazes de matar animais bem maiores que eles. Isto associado as rudimentares ferramentas de pedra, dava um bom resultado para todos. Como prova dessa associação, temos os achados em antigas cavernas, de esqueletos de homens enterrados juntos aos seus cães. O homem também devia admirar a grande capacidade dos cães para descobrir coisas através o seu faro e também de sua capacidade para procurar e escutar, muito superiores, a dos homens.</p>
<div class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/c/c2/Caoguia2006.jpg/300px-Caoguia2006.jpg"><img title="Cão guia em ação" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/c/c2/Caoguia2006.jpg/300px-Caoguia2006.jpg" alt="Cão guia em ação" width="300" height="209" /></a><p class="wp-caption-text">Cão guia em ação</p></div>
<p>Os índios das Américas, bem como, as comunidades pobres, convivem com grande numero de cães, desde centenas de anos, provavelmente aproveitando-se das inúmeras qualidades desses animais, como por exemplo, tornar-se bravio em defesa de seus superiores, os homens. Essa união entre o homem e o cão, pode ser confirmada pelos estudiosos, através escavações, há duzentos séculos. Enquanto que, os ancestrais dos cães modernos, tem sido encontrados há milhares de séculos.</p>
<p>Mais recentemente desde há 3 ou quatro séculos os pintores tem retratado a união do cego com o cão. Sempre o cão conduzindo o cego com a ajuda de uma coleira, tendo numa mão um pratinho para moedas, e na outra uma bengala. Mais antigas, porém inquestionáveis, são as evidencias, muito antes da escrita, de associações dos cegos e seus cães. Mesmo hoje, devem haver milhares de cegos, que de uma ou outra maneira, encontraram um jeito de educar os seus próprios cães, levando-os a aprender e ajudá-los a caminhar em casa e nas ruas. Lembro-me muito bem, lá pelos idos dos anos 50, em visita a Blumenau, de ter visto cães pastores carregando uma cesta na boca, ou amarrada às costas, tendo nelas dinheiro e um papel, onde o dono escrevia o que desejava. Isto significa, que o cão ia sozinho ao jornaleiro, ao açougue, a mercearia e outros, trazendo a mercadorias para casa.</p>
<p>O Cão Guia Moderno</p>
<p>Muitas vezes se tem dito, que um dos melhores assuntos jornalísticos, é a historia de um homem que mordeu um cachorro. Felizmente o cão, desde o começo do século passado, tem sido apreciado muito mais, por suas humanitárias capacidades.</p>
<p>Durante a primeira guerra mundial, os alemães treinaram cães para agirem como mensageiros, levando ordens aos entrincheirados soldados do front de guerra. Eles iam e vinham levando à noite aquelas mensagens. Usavam também, pombos correios, que apenas voltam e nunca vão.</p>
<p>Terminada a guerra, os treinadores alemães, sentiram a importância de treinar cães para cegos. Inicialmente para os soldados que voltaram da guerra e depois para todos. Isso começou em Potsdam sob a direção de Rueker e Wecherling em 1923.</p>
<p>Foi ali perto, que uma jornalista norte-americana, em 1927, chamada Dorothy Harrison Eutis, esposa de um embaixador, e vivendo na Suíça, depois de visitar a escola de Potsdam, escreveu um artigo sobre o que tinha visto, para o Jornal norte-americano The Saturday Evenig Post.</p>
<p>O titulo do artigo foi “The Seeing Eyes” ( olhos vigilantes ou protetores ). Em resposta ao seu artigo, Mrs.Eustis, que nessa época já havia treinado e criado cães para alguns serviços do exercito suíço, recebeu um pedido para conseguir um cão, de Morris Frank, um cego norte- americano, famoso. Desafio esse que Mrs Eustis aceitou e assim, educou um cão em sua casa, na cidade de Vevey na Suíça, seguindo a experiência alemã.</p>
<p>Para tanto o sr Morris Frank, teve que viajar para a Suíça . Ao retornar para Nova York foi recebido em l928, por cerca de 50 jornalistas, que o receberam no cais do porto e pediram a Frank que lhes mostrasse se o cão era capaz de atravessar ruas, conduzindo o cego. Foi a quinta avenida a escolhida e que mesmo naquela época, era a mais movimentada da cidade, e cheia de automóveis. Morris aceitou e cruzou a Avenida sem problemas, aguardando por um bom tempo, que os jornalistas conseguissem chegar ao outro lado. O sucesso foi total.</p>
<p>Esse cão se chamava Buddy I e foi o primeiro cão a ser treinado por um americano, embora o cego e Senador Thomas Schall de Minnesota tenha, dois anos antes, usado um cão treinado na Alemanha. Hoje existem cerca de 10 escolas nos Estados Unidos, sendo a pioneira denominada de “The Seeyng Eyes” e ainda hoje a maior escola.</p>
<p>O Cão Guia – Saiba mais!</p>
<p>A Raça – Muitas raças têm demonstrado bons resultados, como guia de cegos. Contudo o Labrador retriever é a raça mais usada. È dócil e social, gosta de ficar dentro de casa, adapta-se bem ao treinamento. Tem pêlo curto e apresenta um sub-pêlo resistente à água, útil nos dias de chuva.Quando o cego é alérgico à pelos de cão, outras raças podem ser usadas, tais como Poodle Standard. O pastor alemão é uma opção muito boa, porém não gosta de ficar dentro de casa.<br />
Todo cão que faz pastoreio é bom para tornar-se cão guia.. Ele pastoreia o cego, ou seja mostra aonde dever ir. Normalmente esses cães são os retrievers, ou seja, os cães que gostam de apanhar objetos atirados para longe pelo seu dono. Não porque gosta de brincar, embora seja uma brincadeira, mas sim porque gosta de ajudar, a entregar de volta o objeto que foi parar longe. Nesses momentos deve-se fazer carinho no cão, em agradecimento e dizendo BOM GAROTO, BOM GAROTO.</p>
<p>O Temperamento – Profissional habilitado deve fazer a escolha do filhote ainda na ninhada. Os filhotes têm diferentes temperamentos, variando de alegre e agitado ao agressivo. A preferência é dada aos filhotes de temperamento independente, calmo e equilibrado.</p>
<p>Caráter – Além do temperamento, é importante lembrar que o comportamento de um cão varia também de acordo com o caráter desenvolvido nele, conforme o meio em que viva e do amor que receba. Grande, portanto, é a importância da família voluntária para a formação de um cão.</p>
<p>Personalidade – Neste ponto temos a chave de um cão-guia em potencial, quando escolhemos pela tendência da raça (bom temperamento) e a socialização bem feita (caráter) e, desta fusão, obtemos um cão guia com ótima personalidade.</p>
<p>Atenciosamente</p>
<p>Escola de Cães Guia Helen Keller</p>
<p><a href="../" target="_blank">www.caoguia.org.br</a><br />
Rua Dom Pedro, 401<br />
Bairro Jardim Iate Clube<br />
Balneário Camboriú – SC<br />
CEP: 88337-210</p>
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