Comunidade irá escolher nomes de futuros cães-guia da Helen Keller

Postado em: 28/03/2017

Escola de Cães Guia Helen Keller de Balneário Camboriú (SC) promove concurso para escolha de nomes dos sete filhotes nascidos no início deste ano. Sugestões deverão ser enviadas por e-mail até o dia 29 de março. Instituição também pede para que interessados em fazer a socialização dos animais preencham formulário no site www.caoguia.org.br

Na foto estão os sete filhotes sentados na grama, na esquerda temos três filhotes pretos e a direita temos dois filhotes amarelos e mais dois pretos, cinco dos filhotes estão olhando para a foto.

Março, 2017 – Apesar de pequenos e brincalhões os filhotes da raça labrador com pouco mais de 40 dias já têm uma nobre missão: serão os olhos fiéis de deficientes visuais. Para isso os futuros cães-guia aprendizes da Escola de Cães Guias Helen Keller passarão por um período de cerca de 1 ano e meio de treinamento. Mas antes de se prepararem para este trabalho a escola conta com a ajuda da comunidade para escolher sete nomes para os pequenos. Quem quiser participar deve enviar as sugestões até o dia 29 de março para o e-mail contato@caoguia.org.br.

“Por se tratar da segunda ninhada nascida dentro da escola é importante que todas as sugestões enviadas comecem com a letra B. Temos seis fêmeas e um macho aguardando ansiosamente por um nome que seja forte e represente também a missão tão especial que terão quando adultos. O ideal é que sejam nomes fortes, fáceis de serem pronunciados e que não tenham relação com nomes pessoais para evitar problemas na hora em que o cão for guiar”, orienta o presidente da Escola de Cães Guias Helen Keller Enio Gomes.

As sugestões escolhidas serão divulgadas no dia 31 de março na página do Facebook da escola. Os vencedores receberão um certificado de participação no processo de nomeação do cão e se residirem próximos a Balneário Camboriú poderão tirar uma foto com filhote como recordação.

Novos socializadores são necessários para receber os filhotes

Com o nascimento dos filhotes, a escola também procura por novos socializadores. Interessados deverão preencher o formulário no site da Helen Keller e aguardar contato do corpo técnico da instituição para entrevista.

“A única coisa que pedimos é que a pessoa tenha interesse em fazer algo de bom para alguém e que tenha disposição para apresentar o mundo ao filhote. Ou seja, é estar praticamente 24 horas por dia com o cãozinho e levá-lo a lugares como restaurantes, escolas, farmácias, mercados e andar com ele, por exemplo, de carro, ônibus, avião e metrô. Os custos do animal são por conta da escola e serão dadas orientações periódicas com relação à educação e treinamento básico. O importante é que a pessoa tenha em mente que ela desempenhará a tarefa de cuidar e ensinar boas maneiras a um futuro cão-guia para que ele possa fazer essas atividades com um deficiente visual no futuro”, explica o treinador e instrutor da Helen Keller Fabiano Pereira.

Após 18 meses de convívio com o cão, o socializador entregará o cão-guia aprendiz para a escola para que receba o treinamento específico de guia. Se ele for graduado e não apresentar nenhum problema de saúde ou comportamental será adaptado a um cego.

Hoje a lista de espera da Escola de Cães Guias Helen Keller possui mais de 3 mil inscritos de toda a região sul do país.

Sobre a Escola Helen Keller

A escola é uma entidade filantrópica, sem fins lucrativos, sediada em Balneário Camboriú, SC, e a primeira escola da América Latina ligada à Federação Internacional de Cão-Guia. Desde a sua fundação em 1993 já foram entregues 23 cães-guia. Em julho de 2016 foi inaugurada a primeira sede própria e a expectativa é de que com a nova estrutura sejam entregues cerca de 30 cães-guia por ano. Os deficientes visuais recebem o cão-guia gratuitamente. Para poder continuar com os treinamentos a escola depende de patrocínios e doações.

Mais informações: http://www.caoguia.org.br/ou pelo telefone 47-99712-0986.

Escola Helen Keller entrega mais um cão-guia

Postado em: 14/11/2016

Essa é a primeira adaptação feita pela escola depois da inauguração da nova sede.

Após três meses da inauguração da nova sede da Escola HelKátia e Atchimen Keller em Balneário Camboriú, SC, a instituição se prepara para entregar mais um cão-guia. A finalização da fase de adaptação entre a deficiente visual Kátia Cristina Conceição, 24, e o labrador Atchim encerrou no início deste mês.

Kátia se tornou prioridade para escola depois que seu antigo parceiro Max foi acometido por uma doença. Entre os quatro cães graduados no último mês, Atchim, seu novo parceiro, possui características e perfil parecidos com o de Kátia. “Ele é muito carinhoso e não se distrai com facilidade,” conta Kátia. “Além disso, está se saindo muito bem. A primeira semana fiquei alojada na escola e o foco foi a construção da relação porque o cão só trabalha com amor. E, essa, foi a principal diferença durante a adaptação. Antigamente passávamos 72 horas em casa focados no cão, mas era difícil manter a concentração com outras pessoas e tarefas no cotidiano,” ressalta.

A nova estrutura da instituição sem fins lucrativos permitiu redução dos impactos da adaptação do cão que fica hospedado no centro de treinamentos durante a formação dos laços afetivos. “Antes, era preciso entregar diretamente na casa do deficiente visual, e o cão não estava ambientado às pessoas, rotinas e ambientes que o circundavam. Isso ocasionava um estresse desnecessário no início da adaptação,” ressalta o Fabiano Pereira instrutor e responsável técnico da Escola de Cães Guias Helen Keller. Atchim está na casa de Kátia e começa a acompanhá-la em pequenos trajetos como ir ao mercado e ao trabalho, com o auxílio do instrutor.

Processo de treinamento

Todo o processo de treinamento de um cão-guia: alimentação, estadia, treinamento, materiais e o próprio cão são oferecidos ao cliente sem custo. Para que o cão-guia consiga servir como tecnologia ao deficiente visual é necessário que a pessoa esteja apta a recebê-lo. Uma das características observadas é que a pessoa precisa ter mobilidade, consiga realizar atividades e tenha um perfil parecido com o cão. O processo de treinamento de um cão guia pode levar até dois anos e a adaptação com o deficiente visual pode levar entre quatro e cinco semanas.

O maior período da adaptação costuma ser realizado no centro de treinamento onde o cliente fica hospedado até que possa levar o cão para casa. Durante a primeira semana o objetivo é iniciar a relação entre cliente e o cão. O principal nessa etapa é conquistar o respeito, para depois dar inicio a aprendizagem de posições, técnicas de controle, aplicação de esforços e comandos básicos utilizados para trabalhar.

Na segunda semana são acrescentados obstáculos, viagens de carro e o passeio em áreas de pouco movimento. Na semana seguinte inicia o treinamento em transportes públicos com mais tráfego, obstáculos e a introdução a caminhadas em regiões centrais. Na sequência são incluídos destinos específicos como shopping, aeroportos, caminhadas noturnas e também rurais.

Áudio-descrição: No fundo dá foto esta a fachada da escola Helen Keller, com tijolos a vista na cor bege e a logo da escola na cor marrom, na frente da esquerda pra a direta está a Kátia abaixada na grama com seu Cão-guia Atchim ao seu lado, Atchim está virado para Kátia, indo lamber seu rosto e ao lado do Atchim está uma pequena árvore com algumas flores roxas.

Cães-guias na FESTURIS 2016

Postado em: 01/11/2016

_MG_3820Outubro, 2016 – O trade turístico que visitar a 4ª edição do Espaço Acessibilidade da FESTURIS 2016, em Gramado, no Rio Grande do Sul, poderá saber mais a respeito do trabalho realizado pelos cães-guia através da Escola Helen Keller. De 3 a 6 de novembro, durante a feira de negócios turísticos, os visitantes poderão conhecer alguns dos filhotes que estão em treinamento além de cães já treinados e entregues gratuitamente pela instituição a deficientes visuais, como é o caso do cão Rama que vive na cidade de Bento Gonçalves (RS).

Veja a matéria completa no link: http://www.rotascomunicacao.com.br/press-releases/turismoeventos-festuris-2016.html

Áudio-descrição: No centro da foto esta Clever a Cão-guia modelo da Helen Keller, no fundo da esquerda para a direita, temos as bandeiras de Balneário Camboriú, Brasil e Santa Catarina, a logo da Helen Keller em verde na parede branca e um vaso marrom com flores brancas.

BNT Mercosul recebe escola de cães-guia

Postado em: 22/05/2015

Por Rotas Comunicação

Mari Hermes socializadora do Atobá, cão-guia aprendiz, e Janine Sokolowski com a Clever, cão-guia  modelo da escola durante a BNT Mercosul 2014.

Mari Hermes socializadora do Atobá, cão-guia aprendiz, e Janine Sokolowski com a Clever, cão-guia modelo da escola durante a BNT Mercosul 2014. Crédito: Marcelo Todaro

Escola de Cães-Guias Helen Keller – única do país associada à Federação Internacional de Cães-Guia – é presença confirmada na feira de negócios BNT Mercosul que começa hoje, 22, e termina amanhã, 23, no Centreventos em Itajaí. 

Itajaí, SC – Entre as inúmeras opções e novidades da indústria de viagens e turismo, os participantes da BNT Mercosul poderão conhecer durante os dois dias do evento, que inicia hoje (22) e termina amanhã (23), mais a respeito do trabalho dos cães-guia através da Escola de Cães-Guias Helen Keller de Balneário Camboriú (SC). Durante a feira, os visitantes poderão conhecer de perto os futuros cães-guia aprendizes Atobá, Alegria, Angra e Atchim.

“Participar de uma feira do porte da BNT Mercosul voltada para o seguimento de turismo é muito importante para reforçarmos o livre acesso dos cães-guia garantido através da Lei nº 11.126. Além de conscientizarmos a sociedade a respeito do nobre papel desses cães de serviço”, destaca o presidente da escola Paulo Bernardi.

O cão-guia aprendiz ou formado acompanha as famílias socializadoras, treinadores, instrutores e deficientes visuais a todos os lugares. Seu processo de treinamento dura em média 2 anos e custa cerca de R$ 35 mil reais pagos pela escola e o cego recebe o cão sem custo. Toda a verba para a realização desse trabalho é obtida através da ajuda voluntaria entre pessoas físicas e empresas.

“O trabalho da escola vai além de treinar os cães e adaptá-los ao cego, mas em ajudar pessoas com deficiência visual em ter mais qualidade de vida e preparar a comunidade para recebê-los de maneira pacífica e respeitosa”, avalia Bernardi.

Sucesso de vendas de camisetas com estampa em braile

Postado em: 14/02/2015

Por Rotas Comunicação

Após três meses de vendas da edição limitada da t-shirt com a estampa mais famosa da Santacosta, Brava em Braile, a Escola de Cães Guia Helen Keller recebe a lucratividade que será integralmente revertida para o treinamento de novos cães-guia. 

Jefferson Matias, Paulo Bernardi e Christopher Stoner com a cão-guia aprendiz Alegria.

Jefferson Matias, Paulo Bernardi e Christopher Stoner com a cão-guia aprendiz Alegria no QG da Santacosta.

Itajaí, SC – A Escola de Cães Guias Helen Keller recebeu na última quarta-feira, 11, cheque referente ao lucro das vendas das camisetas “Brava em Braile” desenvolvidas pela Santacosta. A edição limitada da estampa mais famosa da marca catarinense arrecadou cerca de R$ 3 mil que serão utilizados para o treinamento de novos cães-guia. Mais de 100 unidades das t-shirts foram vendidas nos últimos três meses em Santa Catarina além de outros estados como São Paulo, Paraná e Pará. As últimas unidades ainda estão disponíveis para a compra através do site da Santacosta.

“Estamos muito satisfeitos com o resultado obtido e com a sensação de missão cumprida. Arrecadamos apenas 10% do valor total do treinamento de um cão-guia, mas sabemos que através das entregas das camisetas feitas na região pelos cães-guia aprendizes da escola ou até mesmo quando as pessoas usarem as camisetas por aí, saberão mais sobre o papel dos cães e importância”, afirmam os sócios proprietários da Santacosta Christopher Stoner e Jefferson Matias.

“Iniciativas como essa são muito importantes, não apenas para ajudar a escola a custear o treinamento dos cães-guia, mas principalmente para que a comunidade se envolva e conheça mais sobre como funciona esse processo e possa ser mais receptiva quando encontrar tanto os socializadores, treinadores e os deficientes visuais acompanhados pelos cães”, explica o presidente da Escola de Cães-Guias Helen Keller Paulo Bernardi.

O cão-guia é entregue gratuitamente ao deficiente visual.Seu treinamento, que dura cerca de dois anos, custa em média 35 mil reais, valor pago pela escola através de doações e apoios obtidos com empresas ou pessoas físicas.

Sobre a Santacosta

Santacosta é uma marca de camisetas de alto padrão com estampas que remetem um estilo subtropical com menções a algumas das mais famosas praias de Santa Catarina.

Valoriza o talento e a produção regional desde a escolha do fio para a produção das camisetas até a caixa de madeira reflorestada produzida manualmente por artesãos de Itajaí, cidade onde a marca nasceu.

Treinamento de cães-guia é uma das palestras do Conoec

Postado em: 11/12/2014

ecghk_conoec_1

Por Rotas Comunicação

A Escola de Cães-Guias Helen Keller é um dos vinte convidados para palestrar no 1º Congresso Nacional Online de Educação Canina (Conoec) que iniciou no último dia 9 de dezembro e segue até o dia 15. Nesta quinta-feira, 11, a partir das 15 horas integrantes e voluntários irão falar sobre o processo de treinamento do cão-guia. O congresso é 100% online e a inscrição é gratuita, basta acessar o site e cadastrar o e-mail.

“Para que possamos treinar mais cães e proporcionar qualidade de vida para um número ainda maior de deficientes visuais é importante que a comunidade conheça como funciona o processo de treinamento do cão-guia como um todo e saiba de que forma recebê-los em seu convívio”, explica o presidente da Escola de Cães-Guias Helen Keller Paulo Bernardi.

Sobre o Conoec

O Conoec – que acontece de 9 a 15 de dezembro – é voltado para profissionais da área pet, empresários e tutores de cães. Abordará temas como educação canina (diferença entre treinar e educar), adestramento, cães de serviço, alimentação, saúde física e mental, psicologia canina e problemas comportamentais além de tratamentos especiais com cães filhotes e idosos.

 

Participe da campanha para escolher o nome de futuros cães-guia

Postado em: 26/02/2014
O público terá até o dia 20 de março para enviar sugestões de nomes para os seis filhotes de labrador futuros cães-guia.

O público terá até o dia 20 de março para enviar sugestões de nomes para os seis filhotes de labrador futuros cães-guia.

Por Rotas Comunicação

De 26 de fevereiro a 20 de março, a Escola de Cães Guia Helen Keller promove campanha para que o público possa ajudar a escolher os nomes de seis filhotes de Labrador pretos recém-nascidos. São quatro fêmeas e dois machos que servirão como os olhos de pessoas com deficiência visual na função de guia. Qualquer pessoa pode participar. Basta acessar a fanpage da Escola  e enviar via mensagem as sugestões de nomes. O resultado deve ser divulgado no dia 31 de março e os autores dos nomes selecionados irão receber um kit personalizado com boné, camiseta e um pingente em formato de cão-guia.

“É muito mais do que a escolha de nomes. Esses cães passarão por um criterioso adestramento e proporcionarão uma nova vida aos deficientes visuais. Por isso, devem ser nomes dignos de cães muito especiais”, explica Paulo Bernardi, o presidente da Escola de Cães Guias Helen Keller – instituição sem fins lucrativos e a primeira escola da América Latina ligada à Federação Internacional de Cão-Guia.

Ele comenta ainda que para que sejam escolhidos os melhores nomes é preciso seguir alguns critérios. “Como se trata da primeira ninhada própria da escola todos os nomes devem começar com a letra A. Precisam ser nomes fortes, curtos e de fácil pronúncia”, conta Bernardi. “Para evitar problemas na hora em que o cão irá guiar não devem ser sugeridos nomes pessoais”, orienta.

Após receberem seus novos nomes, os cães serão levados para as famílias socializadoras – voluntários responsáveis por apresentar o mundo para o cão-guia aprendiz e vivenciar diversas experiências por um período de 15 a 18 meses.

“Todos os filhotes são lindos, saudáveis, fortes e bem equilibrados. E estão à espera de famílias socializadoras para que os eduquem com nosso auxílio e suporte, para se tornarem em breve cães-guia”, afirma o instrutor da escola Fabiano Pereira.

 

Escola comemora primeira ninhada própria

Segundo estimativas da Federação Internacional das Escolas de Cães-Guia (International Guide Dog Federation/ IGDF) cerca de 70% dos cães que iniciam o processo de treinamento não chegam a se graduar como guias de cegos devido a problemas congênitos e comportamentais. Por isso é importante que as escolas que realizam esse processo tenham seu próprio plantel.

A Escola de Cães Guia Helen Keller tem investido na produção e aprimoramento de cães próprios e comemora o nascimento de seis filhotes ocorridos no início deste mês.

“O grande desafio de quem utiliza um cão como ferramenta de independência do deficiente visual, é estabelecer um plantel que tenha um número cada vez maior de resultados positivos e menor número de baixas ou perdas de cães por deficiências físicas e comportamentais”, esclarece Fabiano Pereira.

A escolha do cão para servir como guia a um deficiente visual é feita com base nas suas características individuais no que se refere ao comportamento e principalmente a genética. Normalmente são escolhidas as raças em que os cães tenham aparência amigável, sejam fiéis e obedientes, além de gentis e brincalhões. As mais comuns para a função são a Retriever do Labrador e a Golden Retriever. A Escola tem sido pioneira no país ao inserir a raça inglesa Flat Coated Retriever.

1 de 212